Quero adotar. Devo procurar a criança em abrigos?

Quando se pensa em adoção é bastante comum ouvir as pessoas falarem que existem tantas crianças em abrigos e não entendem por que demoram tanto para chegar uma até você. <p>Muitas pessoas que desejam adotar e não conseguem lidar com a ansiedade da espera na fila de adoção acabam buscando os abrigos para tentarem encontrar o tão desejado filho.</p><p>Em muitos casos, disfarçados de voluntários, infiltram-se nos abrigos com a finalidade de agilizar o processo e assim, incorrem em erros. Por que?</p><p>Porque nem todas as crianças que estão acolhidas encontram-se em situação legal para serem adotadas.  Muitas estão acolhidas em razão de dificuldades da família de origem e aguardando a reestruturação da mesma, ou aguardando sentenças, mas de qualquer forma, são crianças sob a custódia do Estado e somente poderão ser entregues à família de origem ou substituta com a permissão do Juiz da Vara da Infância e Juventude. </p><p>O problema é que, muitas vezes, são realizadas visitas frequentes pelo interessado a uma determinada criança, criando expectativas na criança e no próprio pretendente, que acaba pedindo sua guarda com vistas a sua adoção. No entanto, a criança pode não estar em situação para adoção ou se está, a Vara da Infância irá indicar uma pessoa já cadastrada e que encontra-se na fila, em sua vez.</p><p>Consequentemente, gera muita frustração para o pretendente  e  pode atrapalhar a adoção da criança pela pessoa cadastrada da vez, pois a criança pode estabelecer  vínculo com o suposto voluntário, e dificultar a aceitação dos futuros pais adotivos indicados pelo Judiciário.</p><p>Certa vez, atendi um casal que visitava uma criança e pleiteou sua guarda. No entanto, no período entre a primeira entrevista e o retorno ao abrigo para visitar a criança, se depararam com a informação de que ela já havia sido adotada por outra pessoa. A decepção e o sofrimento foi grande para eles. O fato é que os abrigos não ficam a par do andamento do processo, e consequentemente não possuem informações atualizadas sobre a criança para saber sua situação legal. Além disso, existe o respeito pela fila e o direito de quem se cadastrou e esta aguardando pela chegada do filho deve ser respeitado.</p><p>Desta forma, não é indicado buscar crianças em abrigos visando sua adoção.</p> Quando se pensa em adoção é bastante comum ouvir as pessoas falarem que existem tantas crianças em abrigos e não entendem por que demoram tanto para chegar uma até você. 

Muitas pessoas que desejam adotar e não conseguem lidar com a ansiedade da espera na fila de adoção acabam buscando os abrigos para tentarem encontrar o tão desejado filho.

Em muitos casos, disfarçados de voluntários, infiltram-se nos abrigos com a finalidade de agilizar o processo e assim, incorrem em erros. Por que?

Porque nem todas as crianças que estão acolhidas encontram-se em situação legal para serem adotadas.  Muitas estão acolhidas em razão de dificuldades da família de origem e aguardando a reestruturação da mesma, ou aguardando sentenças, mas de qualquer forma, são crianças sob a custódia do Estado e somente poderão ser entregues à família de origem ou substituta com a permissão do Juiz da Vara da Infância e Juventude. 

O problema é que, muitas vezes, são realizadas visitas frequentes pelo interessado a uma determinada criança, criando expectativas na criança e no próprio pretendente, que acaba pedindo sua guarda com vistas a sua adoção. No entanto, a criança pode não estar em situação para adoção ou se está, a Vara da Infância irá indicar uma pessoa já cadastrada e que encontra-se na fila, em sua vez.

Consequentemente, gera muita frustração para o pretendente  e  pode atrapalhar a adoção da criança pela pessoa cadastrada da vez, pois a criança pode estabelecer  vínculo com o suposto voluntário, e dificultar a aceitação dos futuros pais adotivos indicados pelo Judiciário.

Certa vez, atendi um casal que visitava uma criança e pleiteou sua guarda. No entanto, no período entre a primeira entrevista e o retorno ao abrigo para visitar a criança, se depararam com a informação de que ela já havia sido adotada por outra pessoa. A decepção e o sofrimento foi grande para eles. O fato é que os abrigos não ficam a par do andamento do processo, e consequentemente não possuem informações atualizadas sobre a criança para saber sua situação legal. Além disso, existe o respeito pela fila e o direito de quem se cadastrou e esta aguardando pela chegada do filho deve ser respeitado.

Desta forma, não é indicado buscar crianças em abrigos visando sua adoção.

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