Tenho interesse em adotar uma criança. O que devo fazer?

Muitas pessoas, em ocasiões distintas de sua vida, já pensaram em adotar uma criança. Muitas vezes, esse desejo surge ainda na infância ou adolescência; na vida adulta, quando não se consegue gerar um filho da união heterossexual ou na união homoafetiva; quando se deseja ter um filho independente do estado civil; quando também os filhos ja estão adultos e percebe-se um grande vazio no lar; pode surgir também como um desejo de dar um irmão ao filho, ajudar uma criança, fazer caridade... Enfim, em cada pessoa, uma motivação.<p><br></p><p>Mas  será que todas as motivações são adequadas? Será que a motivação pessoal interfere no encaminhamento saudável da adoção e consequentemente da criança que se adota? </p><p>A resposta para essa pergunta é sim. Se a motivação não for adequada, a adoção poderá não ser bem sucedida, causando sofrimento para todos os envolvidos, em especial à criança.</p><p>Quais as consequências que poderão surgir caso ocorra a adoção sem uma motivação adequada?</p><p>As consequências podem variar, desde uma dificuldade na relação com a criança até chegar ao extremo da devolução da criança ao Judiciário, o que é algo que deve ser totalmente evitado pois podem trazer prejuízos emocionais à criança nos quais muitas vezes são irreversíveis.</p><p>Para evitar situações como esta citada acima, aquele que deseja adotar, necessariamente, precisa estar consciente de seu desejo e sua motivação ser adequada para a adoção, estando desta maneira,  preparado para lidar com todas as questões que a envolvem.</p><p>Para os que desejam adotar por razões de infertilidade, o primeiro questionamento a fazer é, se essa condição está bem elaborada, tanto para aquele par infértil ou estéril, como para o parceiro(a). O luto pela infertilidade precisa ser vivido e elaborado, caso contrário, poderá interferir negativamente na adoção.</p><p><br></p><p>Além das questões acima levantadas, outras tantas particularidades da adoção merecem ser trabalhadas para que se realize uma adoção consciente, plena e realizadora para todas as partes envolvidas.</p><p>Assim, antes de buscar qualquer informação de ordem burocrática para inscrever-se no cadastro de adoção, olhe para dentro de si, responda com sinceridade sobre suas reais motivações e caso surjam dúvidas, não hesite em procurar um profissional habilitado para ajudar nesse maravilhoso caminho que leva à adoção de um filho.</p><p><br></p><p>                                                <i>" Todos precisam adotar seus filhos, mesmo que sejam biológicos".</i></p><p></p> Muitas pessoas, em ocasiões distintas de sua vida, já pensaram em adotar uma criança. Muitas vezes, esse desejo surge ainda na infância ou adolescência; na vida adulta, quando não se consegue gerar um filho da união heterossexual ou na união homoafetiva; quando se deseja ter um filho independente do estado civil; quando também os filhos ja estão adultos e percebe-se um grande vazio no lar; pode surgir também como um desejo de dar um irmão ao filho, ajudar uma criança, fazer caridade... Enfim, em cada pessoa, uma motivação.


Mas  será que todas as motivações são adequadas? Será que a motivação pessoal interfere no encaminhamento saudável da adoção e consequentemente da criança que se adota? 

A resposta para essa pergunta é sim. Se a motivação não for adequada, a adoção poderá não ser bem sucedida, causando sofrimento para todos os envolvidos, em especial à criança.

Quais as consequências que poderão surgir caso ocorra a adoção sem uma motivação adequada?

As consequências podem variar, desde uma dificuldade na relação com a criança até chegar ao extremo da devolução da criança ao Judiciário, o que é algo que deve ser totalmente evitado pois podem trazer prejuízos emocionais à criança nos quais muitas vezes são irreversíveis.

Para evitar situações como esta citada acima, aquele que deseja adotar, necessariamente, precisa estar consciente de seu desejo e sua motivação ser adequada para a adoção, estando desta maneira,  preparado para lidar com todas as questões que a envolvem.

Para os que desejam adotar por razões de infertilidade, o primeiro questionamento a fazer é, se essa condição está bem elaborada, tanto para aquele par infértil ou estéril, como para o parceiro(a). O luto pela infertilidade precisa ser vivido e elaborado, caso contrário, poderá interferir negativamente na adoção.


Além das questões acima levantadas, outras tantas particularidades da adoção merecem ser trabalhadas para que se realize uma adoção consciente, plena e realizadora para todas as partes envolvidas.

Assim, antes de buscar qualquer informação de ordem burocrática para inscrever-se no cadastro de adoção, olhe para dentro de si, responda com sinceridade sobre suas reais motivações e caso surjam dúvidas, não hesite em procurar um profissional habilitado para ajudar nesse maravilhoso caminho que leva à adoção de um filho.


                                                " Todos precisam adotar seus filhos, mesmo que sejam biológicos".

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